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31 de maio de 2016

Polícia Rodoviária Federal aguarda autorização do MPOG para novo certame

Com o vencimento do último concurso e a finalização do curso de formação, a expectativa é de que um novo edital seja lançado para preencher 1.500 vagas no órgão.

O concurso da Polícia Rodoviária Federal (PRF) avançou mais uma etapa no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), já que a solicitação para o preenchimento de 1.500 vagas para o cargo de policial rodoviário chegou à Secretaria de Gestão de Pessoas e Relações de Trabalho (SEGRT) do ministério.

O último Curso de Formação de Policiais Rodoviários Federais, referente ao concurso PRF/2013 foi finalizado no dia 20 de maio e o certame que já está expirado. Com isso, a coordenação da secretaria avalia a possibilidade de lançar o edital até o próximo ano, já que a carência de servidores é enorme.

De acordo com o professor de Legislação IMP Concursos, Marcos Girão, a demora para o concurso sair passa a ser uma aliada. “O atraso do edital será muito favorável a quem quer lograr êxito nesse certame, que promete ser um dois mais disputados da história. Em 2013, por exemplo, o edital foi publicado em junho e a prova foi marcada para agosto, o que é um tempo muito curto de preparação”, destaca.

Para concorrer ao cargo, é necessário possuir curso de nível superior completo em qualquer área de formação e Carteira Nacional de Habilitação (CNH) a partir da categoria “B”. A remuneração inicial vigente corresponde a R$ 6.719,91 para jornadas de trabalho de 40 horas semanais (geralmente feita em uma escala). Entretanto, o professor Girão lembra que a remuneração do cargo é progressiva, pois o Policial Rodoviário Federal é promovido com o passar dos anos.

O professor de Legislação do IMP Concursos, Julio Ponte, destaca que o profissional do órgão tem desempenhado cada vez mais atividades eminentemente policiais e não somente atividades voltadas ao trânsito. “Após certo tempo de corporação, o servidor pode realizar seus trabalhos em diversas áreas distintas: planejamento, coordenação, supervisão, controle e avaliação operacional, atividades da corregedoria, inteligência, ensino, motociclistas (batedores), articulação e intercâmbio com outras organizações e corporações policiais”, lembra.

O último certame, realizado em 2013, foi organizado pelo Cespe/UnB e nomeou quase 2 mil pessoas. O concurso foi dividido em várias etapas: provas objetivas e discursiva, exame de capacidade física, avaliação de saúde, avaliação psicológica, investigação social e(ou) funcional e avaliação de títulos. O professor Julio acrescenta: “o candidato deve aproveitar o tempo que possui no momento para atingir um nível de excelência em todas as matérias previstas no último edital”.

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